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Vamos
dar um tempo?
* Entrevista com Dra Olga Inês Tessari*
*suas respostas estão registradas de acordo com a Lei de Direitos Autorais
Publicado
no site Agita Belém
Por
Alexandre Vieira
17/10/2007
Perceba a situação: fase ínicial
do namoro: flores... bombons... umpaga as contas do casal... um vai onde o outro for... as dificuldades parecem estar em segundo
plano. Essa é a fase de conquista do outro e, muitas vezes, cegos pela “adrenalina da paixão” o casal não revela
facetas negativas de sua personalidade ou mesmo “agem apenas no sentido de conquistar”, embora não seja comum
da personalidade deles determinados tipos de comportamentos. Isso nós já sabemos... mas...
Vamos dar um tempo? Quem nunca ouviu
esta frase certamente já sentiu medo de ouvi-la, principalmente quando se torna inegável que o namoro já está desgastado,
quando não se consegue resolver os conflitos. Porque estes, apesar de estarem aparentemente em segundo plano deveriam auxiliar
o casal a chegar a um consenso, e dessa forma satisfazer através do diálogo e negociação a ambos e assim, fortalecer os vínculos.
Assim, os conflitos perante a suposta “queda das máscaras” assumiria um caráter de aprendizagem.
Mas será que existe esse famoso
tempo? Há quem diga que não acredita em tal tempo, mas, em contra partida, há quem o sugira. A psicóloga Olga Inês Tessari
(www.ajudaemocional.com) afirma, “quando há brigas demais entre o casal, quando um dos parceiros tem dúvidas sobre seus
sentimentos em relação ao outro ou quando um deles muda o comportamento é normal esse tipo de saída. Ninguém gosta de viver
em pé de guerra e sempre reclamando aos quatro cantos.”
E... Se existe... O que isto pode
significar? A psicóloga garante que pode dar certo uma vez que - numa nova chance - um dos dois ceda e que o motivo do conflito
seja resolvido. É no tempo que o casal de namorados... ou apaixonados terão para
avaliar as aptidões e responsabilidades de seus pretendentes. Em contrapartida, é neste tempo que também aprendemos a nos
moldar de acordo com as mudanças sugeridas pelo outro, para o bem da vida a dois.
Conversando com alguns amigos (as),
inicialmente sugeri que pontuassem alguns conflitos aos quais dariam margem para se propor o – vamos dar um tempo?!
E de cara o primeiro questionamento foi: “isto é uma frase interrogativa ou afirmativa?” Então... resolvi enredar
por esta perspectiva que me deixou bastante intrigado. O que me levou a pensar... quem precisa do tempo, o faz de forma interrogativa
ou afirmativa???
Referência:
Psicóloga
Olga Inês Tessari do site www.ajudaemocional.com. Acesso em 20/06/2007.
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ATENÇÃO! Você
acabou de ler uma entrevista realizada com Dra Olga Inês Tessari Autora do livro
"Dirija a sua vida sem medo" Escritora - Palestrante - Pesquisadora - Consultora Psicóloga e Psicoterapeuta desde
1984 (CRP06/19571) atuando nas áreas de ansiedade, auto estima, medos, timidez, pânico, stress, depressão, orientação
de pais, problemas
específicos da criança, do adolescente, da mulher, do homem, da terceira idade, dificuldades e problemas nos relacionamentos
em geral (do casal, de pais com filhos, entre amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, etc...), distúrbios da
alimentação (compulsão, obesidade, anorexia, bulimia). Atendimento e aconselhamento de adolescentes, adultos, pais, casais, grupos e famílias. Desenvolve
e ministra palestras, cursos, além de projetos específicos para empresas. Consultora em temas de Psicologia para a mídia
em
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