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Trair pode ser uma fuga
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 Publicado no site do Padre Marcelo julho/2005
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por Rodrigo Herrero
A traição é uma das coisas que mais ferem o orgulho e os sentimentos
do ser humano, revelando uma fragilidade das pessoas as ações de seus parceiros e amigos. A traição pode desmoronar famílias,
acabar com amizades, resultar em brigas e até mortes, como nos casos dos crimes passionais, quando a pessoa que matou recorre
para o motivo amoroso para ter praticado tal ato.
A traição pode decorrer de várias formas. A autônoma Daiane Coelho,
23, relata sua experiência, que não teve a ver com uma traição direta de seu namorado com outra pessoa. “Ele era ladrão
de carros e nunca me contou, nem deixou ninguém, nem da família, perceber isso. Ele vivia estranho comigo até que um dia eu
consegui tirar dele o motivo de sua distância e ele me confessou dos roubos e que era assim que mantinha seu alto nível de
vida”, conta.
Ela afirma que o relacionamento nunca foi tranqüilo, tendo obstáculos e discussões constantes,
por causa do comportamento estranho do ex-namorado. “Ele sempre foi esquisito comigo, vivia afastado, até dos amigos.
Às vezes aparecia todo contente e em outras horas perturbado”, diz ela que resolveu terminar o namoro após descobrir
a causa do comportamento do então namorado.
Traição clássica
A traição clássica é aquela em
que o homem ou a mulher praticam o adultério. De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta Olga Tessari em seu site, um dos
motivos está na pessoa trair por buscar algo que sua companhia não oferece. “A idéia de posse existe em quase todas
as relações estáveis e as cobranças de fidelidade são normais e aceitas pela sociedade”, diz a psicóloga.
Uma
das hipóteses para a traição pode estar na falta de diálogo entre os pares, para resolver os problemas que podem dificultar
a relação e aproximar o contato que, pelo tempo, pode distanciá-los. “Essa comunicação é transferida para outra pessoa.
Opta-se, neste caso, por uma saída aparentemente mais fácil. É excluída a possibilidade de aceitar o outro como ele é. Ao
invés de tentar crescer com seu parceiro, algumas pessoas passam a acreditar que só terão alegrias, emoções e crescimento
fora do casamento", declara a psicóloga.
O padre Marcelo Rossi disse no programa Momento de Fé da última segunda-feira,
que as pessoas que já foram traídas, enganadas, trapaceadas, precisam perdoar seus algozes, pois “nós somos cristãos
e fomos chamados para abençoar e não para maldizer”. | Fonte
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ATENÇÃO! Você acabou de ler uma entrevista feita
com a Dra Olga Inês Tessari Autora do livro "Dirija a sua vida sem medo" Escritora - Palestrante - Pesquisadora -
Consultora Psicóloga e Psicoterapeuta desde 1984 (CRP06/19571) atuando nas áreas de ansiedade, auto estima, medos,
timidez, pânico, stress, depressão, orientação de pais, problemas específicos da criança, do adolescente, da mulher,
do homem, da terceira idade, dificuldades e problemas nos relacionamentos em geral (do casal, de pais com filhos, entre amigos,
parentes, vizinhos, colegas de trabalho, etc...), distúrbios da alimentação (compulsão, obesidade, anorexia, bulimia). Atendimento
e aconselhamento de adolescentes, adultos, pais, casais, grupos e famílias. Desenvolve e ministra palestras, cursos, além
de projetos específicos para empresas. Consultora em temas de Psicologia para a mídia em geral Visite o site:
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